A CONTRASP participa nesta quinta-feira (1º de outubro) do encontro do Grupo de Trabalho sobre armamento na vigilância patrimonial, criado no âmbito da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), da Polícia Federal. A entidade representa os trabalhadores no debate sobre a possibilidade de substituição do tradicional revólver calibre .38 SPL pelas pistolas .380 ACP ou .38 TPC.

O Grupo de Trabalho vai comparar características técnicas, balísticas, operacionais e de segurança dos armamentos. Também serão avaliados os impactos de uma eventual mudança na capacitação dos vigilantes e nos procedimentos operacionais.

A CONTRASP terá a responsabilidade de consolidar as discussões e elaborar o relatório final do GT, contribuindo para que a análise considere a realidade dos profissionais que atuam diariamente na proteção de vidas e patrimônio.

Além do armamento, a entidade representa os trabalhadores em outros dois Grupos de Trabalho da CCASP, voltados aos veículos da escolta armada e à assistência social aos profissionais da segurança privada.

Para a CONTRASP, discutir a modernização do armamento é também defender melhores condições de trabalho, capacitação adequada e segurança para os vigilantes.