A primeira reunião do Grupo de Trabalho da CCASP que debate a modernização do armamento da vigilância patrimonial foi realizada nesta quinta-feira (1º), com posicionamento favorável entre trabalhadores, escolas de formação e a representação patronal presente sobre a possibilidade de inclusão da pistola .38 TPC.

A proposta é ampliar as opções de armamento de uso permitido para a vigilância patrimonial, acompanhando a modernização da segurança privada e garantindo treinamento adequado aos profissionais.

A discussão não significa a retirada imediata do tradicional revólver .38. A construção defendida é de uma implementação gradativa, respeitando a capacitação dos vigilantes, a realidade dos postos de serviço e a capacidade de adaptação do setor.

A CONTRASP levou o tema à CCASP e, por meio do presidente João Soares, defende que a modernização da legislação também chegue aos equipamentos colocados à disposição de quem está na linha de frente.

O debate ainda não terminou. Na próxima quarta-feira (07), outros representantes do segmento patronal poderão apresentar seus posicionamentos antes das conclusões do GT.

A CONTRASP terá ainda a responsabilidade de consolidar e elaborar o relatório final dos trabalhos, que será submetido à apreciação da CCASP.

Modernizar a segurança privada também é garantir treinamento, tecnologia e melhores condições de trabalho para o vigilante.